10 fatos sobre os livros

1. Os sábios chineses foram os pioneiros na arte de imprimir livros. Mas o livro mais velho que se tem conhecimento é uma cópia do Diamond Sutra, impresso em 11 de maio de 868 e encontrado nas grutas de Dunhuang, no Turquestão. Eram discursos de Buda para seu discípulo Subhuti. Para fazê-lo, Wang Chieh usou letras entalhadas em bloquinhos de madeira.

2. O alquimista chinês Pi Cheng usou argila cozida para produzir os primeiros tipos móveis por volta de 1040. A vantagem é que, após a impressão, as letras podiam ser separadas e reutilizadas.Esse sistema foi aperfeiçoado por volta de 1300 com o uso de madeira e serviu para a impressão de livros.

3. Em 1438, o alemão Johannes Gensfleisch Gutenberg começou a fazer impressões com tipos de metal, fazendo moldes de cada letra do alfabeto. Uniu os tipos em palavras, frases, parágrafos e páginas. Depois de bezuntar as letras com tinta, Gutenberg as pressionou em papel branco. Desse modo, ele imprimiu os primeiros livros na Europa.

4. O cheiro de livros velhos - amado por uns, odiado por outros - se deve a uma substância chamada lignina. Presente nas árvores, essa substância confere impermeabilidade aos tecidos vegetais. Quando o papel originário da madeira é estocado, a lignina presente nas folhas se quebra e libera o cheiro. Por uma coincidência, a estrutura molecular da lignina é bem parecida com a da baunilha. Daí o odor adocicado.

5. Em 2010, o Google Books estimou que o total de livros publicados na história é 129.864.880.

6. Os maiores leitores do mundo são os indianos. Eles gastam, em média, 10.7 horas por semana na atividade.

7. O primeiro livro a ser escrito em uma máquina de escrever foi As Aventuras de Tom Sawyer, do autor americano Mark Twain.

8. Os três livros mais lidos do mundo são A Bíblia Sagrada, O Livro Vermelho de Mao Tse-Tung e a série Harry Potter.

9. O livro mais caro da história foi vendido por 30,8 milhões de dólares. Se tratava de Codex Leicester, escrito por Leonardo Da Vinci. Seu comprador foi Bill Gates.

10. A frase mais longa já impressa em um livro tem 823 palavras e pertence aos Miseráveis, de Victor Hugo.