Raí

  • Aos 14 ou 15 anos, jogava futebol com os amigos. Um deles era do Botafogo e o chamou para fazer testes no clube. Raí passou e foi chamado. Mas, até os 17 anos, ele sempre faltava nos treinos.
     
  • Quando tinha 17 anos, ficou sabendo que a namorada de 16 anos estava grávida. Como iam se casar e Raí queria conquistar sua independência, procurou o presidente do Botafogo de Ribeirão Preto. Na época era jogador do juvenil, mas pediu que o clube investisse nele ou iria procurar outro emprego. O presidente aceitou e, por dois salários mínimos, fecharam negócio. Só depois disso contou ao pai que a namorada esperava um bebê.
     
  • O jogador chegou a entrar na faculdade de História, mas largou no segundo ano. Depois foi estudar Educação Física e Fisioterapia. Cursou dois anos, trancou e nunca mais voltou.
     
  • Raí fez seu primeiro gol pela seleção em maio de 1987, num jogo de 2 a 1 em que o Brasil venceu a Escócia. Ele disputou 51 jogos com a camisa verde-amarela, ao longo dos quais marcou 16 gols.
     
  • O craque fez parte do time francês Paris Saint-German de 1993 a 1998. Com a equipe, ganhou o Campeonato Francês de 1994 e a Copa da França de 1993, 1995 e 1998.
     
  • Tornou-se avô de Naima aos 34 anos. Emanuele, sua primeira filha, tinha 16 anos quando deu à luz.
     
  • Raí anunciou o fim de seu carreira após a derrota do São Paulo para o Cruzeiro na Copa do Brasil de 2000.
    Um ano antes, havia se separado da mulher, Cristina.
     
  • Em maio de 2005, nasceu sua terceira filha, Noah, a primeira com a chef Danielle Dahoni.
     
  • Ele é presidente da Fundação Gol de Letra, instituição que busca investir na formação de crianças e adolescentes, garantindo direito a educação, cultura e assistência social. A fundação é fruto das idéias de Raí e do jogador Leonardo, que quando jogavam juntos no Paris Saint Germain pensaram em trabalhar com crianças.