busca
facebook twitter rss

Adriano Leite Ribeiro

  • Adriano Leite Ribeiro nasceu em 17 de fevereiro de 1982, na favela Vila Cruzeiro, no Rio de Janeiro.
     
  • Adriano começou a despontar para o futebol na equipe juvenil do Flamengo,  em 1999. Nesse mesmo ano, foi convocado para a Seleção Brasileira sub-17, que conquistou o título de bicampeã mundial da categoria na Nova Zelândia.
     
  • Adriano jogou sua primeira partida no time profissional do Flamengo em 2 de fevereiro de 2000. Entrou nos minutos finais do empate de 2 X 2 contra o Botafogo.
     
  • No mesmo ano, foi convocado pela primeira vez para jogar na Seleção Brasileira, na época treinada por Emerson Leão.
     
  • Depois da convocação para a seleção principal, o atacante foi chamado para a seleção sub-20. Disputou o Campeonato Sul-Americano, no Equador. O Brasil conquistou o título na competição.
     
  • Ao retornar ao Brasil, Adriano não permaneceu no Flamengo. A torcida não gostava de seu estilo, e chegou a vaiá-lo em pleno Maracanã. Nessa época, fez apenas dois gols pelo time. A diretoria resolveu, então, se desfazer do jogador.
     
  • Em 2001, foi vendido para o time italiano da Internazionale. Logo na sua estreia, no dia 14 de agosto, marcou um gol contra o Real Madrid, da Espanha, no estádio Santiago Bernabéu.
     
  • Na Itália, Adriano ficou conhecido como L’Imperatore ("O Imperador"), em alusão ao imperador romano Adriano.
     
  • O atacante teve dificuldades com o frio e com o idioma, além de problemas com o técnico argentino, Héctor Cúper.
     
  • Entre agosto de 2001 e janeiro de 2002, Adriano fez somente um gol. Foi emprestado então pela Internazionale para o Fiorentina, um dos times mais fracos do Campeonato Italiano. Em 15 jogos, o jogador marcou 6 gols, mas e equipe foi rebaixada para a segunda divisão.
     
  • De 2002 a 2004, teve parte de seus direitos federativos vendida para o Parma, um time italiano da série B. Na temporada 2002/2003, fez 15 gols em 28 jogos. Na 2003/2004, Adriano já era a estrela principal do Parma – marcou oito gols em nove partidas no Campeonato Italiano. Nessa época, sofreu uma lesão muscular na coxa esquerda.
     
  • No final da temporada, a Internazionale fez a proposta para ter de volta os mesmos 50% dos direitos federativos que havia vendido um ano e meio antes. Assim, em 2004, Adriano voltou a ser exclusivo da Internazionale. Marcou quinze gols em dezesseis jogos.
     
  • Em 2006, quando o pai de Adriano, Almir Ribeiro, faleceu, começa uma fase decadente para o jogador. Ele passou quase um ano sem marcar gols e foi criticado pela mídia por sua atuação durante a Copa do Mundo. O atleta foi barrado, em 2007, pelo o técnico Roberto Mancini e, no mesmo ano, não foi inscrito na Liga dos Campeões. Em entrevistas à imprensa italiana, declarou que estava deprimido e que, por isso, recorreu ao álcool.
     
  • Tentou recomeçar sua carreira em partidas pela Serie A e da Copa da Itália, mas acabou voltando ao Brasil para melhorar sua preparação física no São Paulo.
     
  • O atacante conseguiu perder três quilos e reordenar a gordura corporal. Em 2008, a Internazionale o liberou por empréstimo ao São Paulo por seis meses. Durante esse tempo, em 28 jogos, marcou 17 gols – seis pela Libertadores e onze pelo Campeonato Paulista.
     
  • Na volta ao Internazionale, jogou na UEFA Champions League. Marcou cinco gols em 19 jogos.
     
  • Em abril de 2009, Adriano abandonou os treinamentos do time italiano e voltou ao Brasil sem autorização. Os dias de sumiço causaram boatos curiosos, como a notícias de que o jogador havia morrido ou sido sequestrado por traficantes do Morro da Chatuba, no Complexo da Penha, no Rio de Janeiro. Ele havia participado de uma festa nessa favela, mas estava em segurança na casa de familiares em outra comunidade, a Vila Cruzeiro.
     
  • No dia 9 de abril de 2009, Adriano declarou que pretendia abandonar os campos por tempo indeterminado, pois havia perdido a alegria de jogar futebol. No dia 24 do mesmo mês, a Internazionale anunciou a rescisão amigável do contrato do jogador. Ao todo, foram 8 anos e 74 gols de Adriano na equipe italiana.
     
  • Ele retornou ao Flamengo no dia 6 de maio de 2009. O jogo de estreia aconteceu no dia 31, contra o Atlético Paranaense. A vitória foi do time carioca, por 2 x 1, com um gol de Adriano.  O time conquistou o Campeonato Brasileiro de 2009. Adriano foi o artilheiro do Brasileirão, junto com Diego Tardelli, do Atlético-MG, ambos com 19 gols.
     
  • No dia 17 de agosto de 2009, o jogador recebeu a Medalha de Mérito Pedro Ernesto da Câmara Municipal de Vereadores do Rio de Janeiro. É uma condecoração municipal dada a cidadãos que se destacam. A justificativa foi que ele faz a felicidade de milhares de cariocas e chama atenção por sua superação e humildade.
     
  • No dia 5 de março de 2010, depois de  retornar de um amistoso da Seleção Brasileira, Adriano e  cerca de dez outros jogadores participaram de um baile funk no Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro. A noiva de Adriano, a personal trainer Joana Machado, foi até o local e, aos gritos, surpreendeu os jogadores. Ela atirou pedras no carro do noivo, deixando o veículo bastante danificado.  Atacou também outros três carros. Um deles perdeu o retrovisor e outro, o pára-brisa. O último foi atingido em uma das portas.
     
  • Ao voltar a jogar, em 14 de março de 2010, Adriano marcou um gol na vitória de 1 X 0 o Flamengo contra o Vasco, no Maracanã,  e exibiu uma camiseta: "Que Deus perdoe essas pessoas ruins".
     
  • Em 31 de maio de 2010, o jornal “O Dia” publicou uma foto de Adriano e um amigo segurando metralhadoras, e outra em que o atacante faz a sigla de uma facção criminosa do Rio de Janeiro com as mãos. O jogador alegou que a arma era de paintball.
livro indicado

Isso e muito mais você encontra aqui!

botao conheca

facebook twitter rss

2005-2012 © Guia dos Curiosos Comunicações

Todos os direitos reservados. - Nenhum texto pode ser reproduzido sem prévia autorização.