1. O ministro da guerra inglês John Profumo se envolveu, em 1963, com uma prostituta, Christine Keeler. Esses ingredientes já seriam suficientes para um grande escândalo, mas faltava a cereja do bolo: ele dividia a amante com um espião russo, em plena Guerra Fria. O abalo na reputação do governo foi tão grande que não apenas Profumo renunciou, como também Harold Macmillan, o primeiro-ministro do país. Em 1989, o filme “Escândalo” foi lançado com base na história.

2. O então presidente dos Estados Unidos, Bill Clinton, manteve relações com uma estagiária da Casa Branca, Monica Lewinsky. Ele acabou sendo o segundo presidente daquele país a sofrer impeachment.

3. Em junho de 2009, Bill Clinton — de novo ele — foi acusado de ter promovido uma “festinha” no cabaré Crocodilo, em Buenos Aires, Argentina. Após se encantar com Andrea Rincón, ex-participante do programa “Gran Hermano” — o “Big Brother” da Argentina —, Clinton convidou a mulher para uma “apresentação particular” numa das salas vips do local. O cachê recebido pela performance de 5 minutos teria sido de 1.000 dólares.

4. O governador de Nova York, Eliot Spitzer, era um dos participantes mais conservadores do Partido Democrata. Isso não impediu que ele se tornasse um dos clientes mais assíduos do Emperor’s VIP Club, uma rede de prostituição de luxo. Ele se relacionou com garotas de programa que chegavam a cobrar 3 mil dólares por hora de serviço. No dia 12 de março de 2008, Spitzer renunciou ao cargo de governador.

5. Depois de desaperecer por uma semana, o governador da Carolina do Sul, Mark Sanford, admitiu que estava na Argentina com uma amante, María Belén Chapur. O caso aconteceu em junho de 2008, mas não fez com que o político perdesse o mandato.