Existem muitas versões para a famosa lenda urbana da “loira do banheiro”. Uma delas diz que a garota, de 15 anos, adorava matar aula. Certo dia, quando estava escondida no sanitário da escola, escorregou no piso molhado, bateu a cabeça e morreu. Segundo o extinto jornal “Notícias Populares”, em que a loira foi manchete várias vezes, ela teria sido inspetora de uma escola e se suicidado, pois estava grávida e o pai da criança era casado. O jornal aproveitou para publicar “entrevistas” com a mãe da loira, seu pai e até mesmo o namorado. Tudo muito natural para uma publicação que chegava às bancas com manchetes como “Cachorro faz mal à moça” – uma moça havia comido um hot-dog estragado. No jornal ou nas histórias contadas pelos alunos, a loira aparecia pelas escolas do país vestida de branco e com dois chumaços de algodão no nariz. Algumas pessoas acreditam ser possível chamar o espírito da loira, mas os rituais de invocação variam bastante. Dizem que, ao aparecer, a menina conta um segredo a sua vítima. Se a pessoa o contar a alguém, morrerá no dia de seu aniversário. No Nordeste, a loira do banheiro é conhecida como “Maria Algodão”.