1. O coração de um homem adulto é do tamanho de um punho fechado e pesa apenas 340 gramas. É dividido em 4 partes: 2 átrios, que recebem o sangue das veias; 2 ventrículos, que impulsionam o sangue para dentro das artérias.

2. Funciona ao ritmo médio de 72 batidas por minuto – 104 mil por dia, 38 milhões por ano e algo em torno de 2,5 bilhões de pulsações ao longo da vida. Ele bombeia 85 gramas de sangue a cada batida, o que equivale a mais de 9 mil litros por dia.

3. O coração da mulher é um pouco mais acelerado do que o do homem. Em 1 minuto, contam-se, em média, 8 batidas a mais.

4. O coração dos recém-nascidos bate 120 vezes por minuto. O dos fetos é ainda mais rápido: atinge as 150 batidas por minuto. Aos quatro meses de vida, o coração humano já bombeia 30 litros de sangue por dia.

5. Em um minuto, o coração lança 5 litros de sangue no corpo; em uma hora, são 400 litros. O órgão faz dois movimentos: sístole e diástole. A sístole, que é uma espécie de contração, é responsável pela distribuição do sangue. Na diástole, o coração descansa.

6. O coração de um maratonista profissional em esforço máximo pode bombear 40 litros de sangue por minuto. O órgão precisa de aproximadamente 120 segundos para atingir a capacidade máxima.

7. Todos os dias, o coração humano gera energia capaz de abastecer um caminhão por 30 quilômetros. Se contar a energia gerada durante uma vida inteira, daria para dirigir até a Lua e voltar à Terra.

8. O coração gera seu próprio impulso elétrico, independentemente da função cerebral. Isso faz com que ele consiga continuar batendo fora do corpo humano, desde que haja um suporte de oxigênio. É isso que viabiliza o transplante do órgão.

9. O coração do homem distribui sangue para 75 trilhões de células. As únicas células do corpo humano que não recebem sangue são as células da córnea.

10. O horário de maior incidência de ataques cardíacos é das 6 da manhã até o meio-dia. Ao despertar e iniciar as atividades do dia, a pressão arterial de todas as pessoas aumenta – o fato é comum e conhecido. Para pessoas hipertensas, esta ascensão da pressão pode provocar infartos fatais. Em torno de 40 a 60% dos pacientes infartados sofrem de hipertensão.