1. Para voar, as borboletas dependem da energia do sol, captada por suas asas.

2. Elas conseguem enxergar em um raio de 360 graus. Seus olhos são formados por 12 mil pequenas partes que geram imagens em todos os sentidos. Também conseguem ver raios ultravioletas, imperceptíveis ao olho humano. Quanto às cores, enxergam o vermelho, o verde e o amarelo.

3. Suas cores servem como uma espécie de carteira de identidade. É por meio delas que outros insetos sabem o sexo das borboletas e a que família pertencem.

4. Têm uma vida muito curta. Algumas espécies vivem somente um mês. O máximo que algumas conseguem viver é um ano.

5. Até virar um inseto alado, as larvas passam por sete ecdises, processo de troca de pele.

6. O macho e a fêmea se atraem pela cor e pelo cheiro, e podem se acasalar durante o voo. Depois de fecundada, a fêmea põe os ovos rapidamente. Em algumas espécies, isso leva apenas 24 horas. Os filhotes deixam os ovos em um período que pode variar de cinco a sete dias. Eles são, nessa fase, larvas. 

7. Quando as larvas desenvolvem um casulo, elas passam a ser chamadas de pupas ou crisálidas. É nessa fase que a borboleta toma sua forma. Quando saem do casulo, as asas ainda estão amassadas e molhadas. A borboleta só está pronta para voar quando elas estiverem bem secas. 

8. Há borboletas dos mais variados tamanhos. As menorezinhas têm apenas 3 milímetros, e as maiores podem chegar a medir 30 centímetros.

9. As borboletas voam, no máximo, a 20 km/h. As mariposas, no entanto, podem atingir o dobro dessa velocidade.

10. No inverno, as borboletas monarcas viajam dos Grandes Lagos, no Canadá, até o Golfo do México, distância de 3.200 km. Elas retornam ao norte na primavera.