10 casos de doping no futebol

1. Campos (Atlético-MG)
Em 1973, o atacante foi pego no antidoping pela substância efedrina. Foi o primeiro caso de doping do futebol brasileiro. O jogador estava tomando remédios desde que havia sido atingido na boca pelo zagueiro Renê, do Vasco. Campos ficou suspenso por 60 dias.

2. Maradona (Napoli e Argentina)
Maior ídolo argentino, Maradona foi pego no antidoping mais de uma vez. Na primeira, em 1991, jogava pelo time italiano do Napoli. O craque foi praticamente expulso da equipe quando o resultado positivo por cocaína veio à tona, no dia 4 de abril. Ele foi suspenso por 15 meses. Em 1994, durante a Copa do Mundo, Maradona foi pego no exame antidoping pela segunda vez, dessa vez pelo uso de efedrina, substância que melhora a disposição física. O exame aconteceu após a partida contra a Nigéria, em 25 de junho. Maradona foi suspenso novamente por 15 meses.

3. Dinei (Coritiba)
O jogador confessou ser usuário de cocaína após um resultado positivo no teste antidoping, em 1996. Na época, o atacante ficou suspenso por 240 dias.

4. Lopes (Palmeiras)
O palmeirense admitiu ser usuário de cocaína com o resultado positivo do antidoping. O teste foi feito depois do jogo contra o Atlético-MG, em 14 de outubro de 2000.

5. Alex Alves (Juventude)
Após a derrota por 2 a 1 para o Veranópolis pelo Campeonato Gaúcho, em 22 de abril de 2007, a urina do jogador acusou o uso da substância sibutramina, inibidora de apetite. Ela estava presente em um suplemento alimentar ministrado aos jogadores pelo próprio Juventude, o CLA, que havia sido proibido no Brasil um mês antes.

6. Dodô (Botafogo)
No clássico contra o Vasco pelo Campeonato Brasileiro, em 14 de junho de 2007, o atacante foi pego pelo uso da substância femproporex — usada, normalmente, para perda de peso. O jogador sustentou que não tinha ingerido nada que não tivesse sido receitado pelos médicos do Botafogo. A confirmação veio quando análises da Universidade de São Paulo (USP) constataram que as cápsulas de cafeína que o clube ministrava aos jogadores possuíam a substância. Dodô foi suspenso por 2 anos.

7. Romário (Vasco)
O atacante foi pego no antidoping depois da partida contra o Palmeiras pelo Campeonato Brasileiro em 28 de outubro de 2007. O exame deu positivo para a substância finasterida, que costuma ser encontrada em remédios para a queda de cabelo. Romário ficou suspenso até 14 de fevereiro de 2008, quando foi inocentado pelo STJD, sob a justificativa de não ter sido avisado pelos médicos da equipe que não poderia tomar o remédio de que fazia uso havia uma década.

8. Marcão (Internacional)
O zagueiro Marcão foi outro jogador que, no mesmo ano em que Romário, teve problemas com o uso de remédios contra a queda de cabelo. A substância finasterida foi encontrada em seu exame antidoping de 21 de julho de 2007, depois de jogo do Inter contra o Juventude. Marcão foi suspenso por 4 meses, mas entrou com recurso e conseguiu trocar metade da pena pela doação de cestas básicas.

9. Renato Silva (Fluminense)
Em janeiro de 2007, o zagueiro foi pego no exame antidoping pelo uso de maconha, depois de partida contra o Volta Redonda pela Taça Guanabara. O caso terminou com a rescisão do contrato do jogador pelo Fluminense, além de 60 dias de suspensão.

10. Jobson (Botafogo)
Em 8 de novembro de 2009, após jogar contra o Coritiba pelo Campeonato Brasileiro, o atacante foi pego no antidoping por uso de cocaína. Emprestado ao alvinegro pelo Brasiliense, Jobson já tinha um pré-contrato assinado com o Cruzeiro para a temporada seguinte.