10 livros clássicos

1. O Jogador (Fedor Dostoievski)
O russo escreveu o livro para pagar dívidas de jogos. Ele tinha problemas com a roleta.

2. Os Miseráveis (Victor Hugo)
Quando lançou o clássico, em 1862, o escritor francês ficou ansioso para saber os números das vendas. Mandou um telegrama bem direto a seu editor. Estava escrito apenas assim: "?". O editor aproveitou a brincadeira e respondeu: "!".

3. Robinson Crusoé (Daniel Defoe)
Depois de um naufrágio, Robinson Crusoé vai parar numa ilha desabitada, sozinho, e precisa fazer tudo com as próprias mãos: a casa, as roupas, as ferramentas. Vinte anosdepois, ele depara com um selvagem, que é apelidado de "Sexta-Feira" por ter sido encontrado nesse dia da semana. Crusoé o educa. Com o sucesso do livro, o autor foi incentivado a escrever uma segunda e uma terceira parte.

4. A Bíblia Sagrada (cerca de 40 autores anônimos)
É o livro mais editado e vendido do mundo. A primeira Bíblia em português foi escrita em 1748. O livro completo já foi traduzido para cerca de 1.200 línguas diferentes. O maior versículo da Bíblia é o Ester 8:9, com 90 palavras. O mais curto é o João 11:35, que tem apenas duas palavras: "Jesus chorou". A expressão "palavra do Senhor" aparece mais de 3.000 vezes ao longo de seus capítulos. O nome de Jesus aparece mais de 900 vezes.

5. Alice no País das Maravilhas (Lewis Carroll)
A história foi inspirada em Alice Pleasance Liddell, filha do vice-chanceler da universidade em que Lewis Carroll lecionava, Oxford. Ele se apaixonou pela menina quando ela tinha 3 anos. O livro já foi traduzido para pelo menos 125 línguas. Em 1998, a primeira impressão da obra foi leiloada por US$ 1,5 milhão.

6. A Comédia Humana (Honoré de Balzac)
O livro consumiu 20 anos da vida de Balzac, e tem mais de 2.500 personagens. É uma compilação de 89 obras do escritor francês. Para não cometer erros nem se perder em sua própria trama, à medida que criava novos personagens Balzac os incluía numa árvore genealógica que desenhava nas paredes de sua casa. Ao morrer, a árvore ocupava três aposentos.

7. Dom Quixote (Miguel de Cervantes)
Publicado em 1605, é considerado o primeiro romance moderno da história. Trata-se do terceiro livro mais traduzido no mundo. Só perde para a Bíblia e as obras completas de Lênin. Há, inclusive, versões em javanês e tibetano.

8. Drácula (Bram Stoker)
Parte da ação do romance é passada em Bistrita, na Romênia. Para aproveitar a fama, a cidade batizou um dos seus hotéis de "Coroa de Ouro", como no livro, e os restaurantes oferecem o cardápio Jonathan Harker, homenagem ao corretor de imóveis inglês que, na imaginação de Stoker, se hospedou no Castelo de Drácula. Em Dublin (Irlanda), cidade de Bram Stoker, um castelo atrai turistas usando o apelo de Drácula, embora Vlad Tepes nunca tenha vivido ali. A única relação é que o castelo pode ter sido atacado por Vlad. Um turista americano morreu do coração ali quando funcionários se escondiam para dar sustos nos visitantes. A brincadeira acabou.

9. O Diário de Anne Frank (Anne Frank)
Escrito quando Anne era ainda uma adolescente, descreve a vida de sua família (pai, mãe, Anne e a irmã), outra família (pai, mãe e filho) e um amigo se escondendo durante a Segunda Guerra Mundial. Eles eram judeus. Depois de ficar dois anos confinados no sótão de uma casa em Amsterdã, capital da Holanda, foram denunciados e levados para campos de concentração. Todos da família de Anne morreram, exceto o pai. Anne morreu de tifo e inanição, em 12 de março de 1945. O diário foi traduzido para cerca de 70 línguas e já vendeu mais de 25 milhões de exemplares em todo o mundo.

10. Desventuras em Série (Lemony Snicket)
Os livros foram traduzidos para 39 idiomas e venderam 27 milhões de cópias em todo o mundo. Foram os primeiros a tirar a série Harry Potter do topo da lista de best-sellers infantis do jornal The New York Times. Em 2004, foi lançada a adaptação da série para o cinema. O filme levou oito meses para ser feito e custou 125 milhões de dólares. Jim Carrey e Meryl Streep estão no elenco.