O alfabeto

  • O primeiro alfabeto (conjunto de símbolos ou letras que representam sons) foi criado pelos fenícios no século XII a.C. Mais tarde, os gregos introduziram as letras vogais e seu sistema deu origem a diversos outros alfabetos, com o romano, que predomina hoje no mundo.
  • As mais antigas inscrições romanas conhecidas datam do século IV a.C. Mas o alfabeto romano passou por várias modificações até adquirir a forma atual usada nas línguas latinas. Ele é composto de 26 letras, cada uma representando determinado som. Com exceção das vogais, é necessário combinar as letras para se obter a reprodução dos sons da língua falada. Em determinadas línguas que utilizam o alfabeto romano, como o inglês e o francês, uma mesma letra pode representar sons diferentes, conforme a posição que ocupa na palavra.
  • Em algumas línguas, as 26 letras do alfabeto romano não são suficientes para expressar todas as variações sonoras do idioma falado. Dessa forma, utilizam-se acentos gráficos que indicam as diferenças de pronúncia.
  • A escrita portuguesa aboliu o uso das consoantes K, W e Y, empregando-as somente em abreviaturas de palavras (como km e kg), em símbolos de química (como K, símbolo do potássio) e em nomes estrangeiros. Com a implementação do Acordo Ortográfico em 2009, o K, o W e o Y voltaram a fazer parte do alfabeto.
     
  • O servo-croata também dispensa algumas letras. Mão usa Q, W, X e Y. a língua havaiana emprega apenas doze letras e o gaélico, falado em regiões da Irlanda e da Escócia, usa dezoito letras do alfabeto romano.