5 marmeladas no esporte

  1. Apesar de nada ter ficado provado, os rumores de uma marmelada armada para a Argentina na Copa de 1978 existem até hoje. Os hermanos precisavam vencer a forte Seleção Peruana por 4 x 0 para se classificarem para a fase seguinte. Ganharam por 6 x 0, levantando suspeitas de suborno. O goleiro peruano, Rubén "Chupete" Quiroga, era de nacionalidade argentina.
     
  2. Na Copa de 1982, se a Alemanha vencesse a Áustria por 1 x 0, as duas seleções estariam classificadas para a fase seguinte. Por isso, depois do primeiro gol alemão, marcado aos 11 minutos de jogo, nenhum jogador quis mais se esforçar para fazer gol.
     
  3. Durante o GP de Cingapura, em 2008, o piloto brasileiro Nelsinho Piquet bateu o carro de propósito. O objetivo era beneficiar seu companheiro da equipe Renault, Fernando Alonso, pois a corrida teria que ser interrompida com a entrada do Safety Car. Alonso havia acabado de realizar seu pit stop.
     
  4. Em 2002, a poucos metros da linha de chegada do GP da Áustria, o piloto Rubens Barrichello abriu mão do primeiro lugar e deixou seu companheiro de equipe, o alemão Michael Schumacher, ganhar a corrida. Foram ordens da Ferrari, que justificou dizendo que a prioridade da equipe era o campeonato de pilotos. Depois da corrida, as Ferraris foram vaiadas pelo público. Constrangido, Shumacher pediu para Barrichello ocupar o lugar mais alto no pódio.
     
  5. No GP da Alemanha de Fórmula 1, o piloto brasileiro Felipe Massa teve de ceder o primeiro lugar ao companheiro de equipe, o espanhol Fernando Alonso, por ordens da Ferrari. Na 48ª volta, ele abriu passagem para Alonso, depois de receber a mensagem cifrada: “Fernando é mais veloz que você. Pode confirmar que entendeu a mensagem?”. Depois que Massa deixou o companheiro passar, nova mensagem no rádio: “Agora só fique na cola dele (Alonso). Desculpe”. A Federação Internacional de Automobilismo (FIA) multou a equipe em 100 mil dólares por violar a regra que proíbe interferência dos times no resultado final das corridas. Os torcedores brasileiros protestaram pelo twitter e compararam Massa a Rubinho Barrichello, que aceitou o mesmo “jogo de equipe” no GP da Áustria, em 2002.