No Brasil

Em São Paulo, o esporte se desenvolveu desde a criação, em 1910, da represa de Guarapiranga. Dois nomes marcaram a história do iatismo paulista: Joerg Brüder, atleta internacional, e Paul Buckup, um dos maiores incentivadores da classe Lightning.

No Rio de Janeiro, o iatismo está intimamente ligado à criação do Iate Clube e da Confederação Brasileira de Vela. As famílias Pimentel Duarte, do Rio, e Schimidt, de Niterói, tiveram também muita importância para o fortalecimento do esporte. Outro pólo bastante ativo foi o Rio Grande do Sul, graças ao atleta Paul Elvstroem, e às famílias Geyer e Paradeda.

Com a vitória do velejador Robert Scheidt nas Olimpíadas de Atenas (2004), a vela se tornou o esporte que mais conquistou medalhas nos Jogos para o Brasil. Foram 14 no total: bronze na classe Flying Dutchman no México (1968), bronze na classe Flying Dutchman em Montreal (1976), ouro na classe 470 e na classe Tornado em Moscou (1980), prata na classe Soling em Los Angeles (1984), bronze na classe Star e na classe Tornado em Seul (1988), ouro na classe Star e na classe Laser e bronze na classe Tornado em Atlanta (1996), prata na classe Laser e bronze na classe Star em Sydney (2000) e ouro na classe Laser e na classe Star em Atenas (2004). Aliás, com esta vitória na Star, Torben Grael se tornou Torben Grael se torna o maior vencedor da vela em Olimpíadas e também o maior medalhista brasileiro da história.