Começou como um projeto universitário, virou um negócio e agora é uma franquia que pretende desbravar o país. “Estávamos cursando engenharia de produção na Universidade Estadual de Santa Catarina e desenvolvemos essa ideia”, conta Vinicius Camargo, um dos três sócios da Caiu do Céu – os outros são os colegas de turma Wagner Krelling e Gabriel Lise. “Percebemos que ali havia um negócio e investimos”. A ideia era simples: usar o sistema das máquinas de vender refrigerantes ou salgadinhos para comercializar guarda-chuvas. Para tirar a ideia do campo acadêmico e torná-la real, Camargo explica que precisou de uma consultoria para a entrada no mercado de franchising. A empresa foi aberta em janeiro de 2015.

Máquina de venda de guarda-chuvas é a primeira desenvolvida pelo trio de universitários catarinenses

“Joinville é a cidade da chuva, por isso optamos por começar com a máquina Caiu do Céu. Mas a nossa ideia é desenvolver outros tipos de produtos para as máquinas”, promete.  As primeiras franquias estão espalhadas por shoppings e terminais de ônibus de Joinville, além de shoppings no Paraná. As máquinas chegaram agora a São Paulo e já aparecem em três shoppings: o Light, o Top Center e o Metrô Santa Cruz.

Segundo Camargo, o franqueado investe R$ 16,5 mil na máquina e recebe os guarda-chuvas fornecidos pela empresa: “Desenvolvemos uma coleção especial para São Paulo e outra que nasceu de um concurso que fizemos aqui em Joinville”, conta. Na máquina do Top Center, na Avenida Paulista, as estampas atuais são: “São Paulo e suas 4 estações em um dia” e “Quem tem amor… vai ao infinito”.

Os guarda-chuvas “lisos” custam 30 reais, enquanto os estampados saem por 35 reais. O pagamento pode ser feito em dinheiro ou em cartão. Camargo não revela quanto investiu para abrir a empresa, mas afirma já ter conseguido o retorno do investimento. Para os franqueados, a promessa é de que esses R$ 16,5 mil sejam recuperados em um prazo que varia de 18 a 30 meses e que haja um lucro médio de 21 a 27% ao mês, dependendo da vontade de São Pedro.

Coleções especiais marcam a chegada da E Caiu do Céu em São Paulo

Há negociações para que as máquinas em breve apareçam nas estações de metrô de São Paulo. “Também estamos com projetos para instalar a Caiu do Céu em Belém, Rio de Janeiro e Belo Horizonte”, antecipa Camargo, que monitora a venda de todas as máquinas à distância por um aplicativo em tempo real. Para a empresa, por enquanto, não teve tempo ruim.

 

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